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O fotógrafo captura as águas na chegada à cidade. E acaba também fazendo parte da paisagem
A beleza anárquica
Primeiro foi o sol escaldante, em seguida a paisagem que arrebata o tempo inteiro. Em um instante, todas as aulas de história da arte sobre a escola veneziana de pintura se esclarecem da forma mais elucidativa possível. A luz reflete na água e se junta à maresia, produzindo uma atmosfera luminosa intensa e difusa. Andar pelos canais estreitos imaginando o que se passou ali durante séculos é inevitável. Seu porto já foi o maior de todos. O intercâmbio comercial e cultural era intenso. Uma cidade que esteve entre as mais prósperas da Terra.
Isso tudo fica evidente na arquitetura delicadamente anárquica, formada majoritariamente por prédios de poucos andares quase que amontoados uns sobre os outros e nos pequenos jardins bem cuidados. Há influência de muitas partes do mundo – do Oriente vieram as janelas e os arabescos; de Grécia e Roma, estátuas de mármore.
Os habitantes e mercadores de outrora que enchiam a praça São Marco, e que podemos ver nas gravuras e pinturas de L’Accademia, a pérola local, foram substituídos pelos turistas de todos os continentes, que lotam a cidade o ano inteiro.
Mas Veneza continua a ser um polo cultural mundial, recheada de museus de arte clássica, moderna e contemporânea. A igreja São Marco, o Palazzo Ducale, L’Accademia, as coleções Peggy Guggenheim e Pinaut, parte desta última abrigada no prédio recém-reformado pelo arquiteto japonês Tadao Ando. Sem falar nas igrejas e demais atrativos da cidade, como a feira de alimentos, a ponte do Rialto, os empórios de alimentos. Enfim, uma cidade para voltar muitas vezes ao longo da vida.
Veneza em outras
palavras Além de Joseph Brodsky, dezenas de outros poetas e prosadores transportaram seu fascínio por Veneza para as páginas de seus livros. É o caso do clássico As Pedras de Veneza, do crítico britânico John Ruskin, além da obra-prima da prosadora americana Mary McCarthy, Venice Observed (“Veneza observada”, sem edição no Brasil).|
slideshow-veneza-02.jpg|“Nas noites de inverno, o mar, agitado por um vento contrário do leste, enche os canais até a beirada como uma banheira, e às vezes faz com que transbordem.”L’Accademia, galeria fundada em 1750 que reúne glórias da arte como Da Vinci, Tintoretto e outros
A beleza anárquica
Primeiro foi o sol escaldante, em seguida a paisagem que arrebata o tempo inteiro. Em um instante, todas as aulas de história da arte sobre a escola veneziana de pintura se esclarecem da forma mais elucidativa possível. A luz reflete na água e se junta à maresia, produzindo uma atmosfera luminosa intensa e difusa. Andar pelos canais estreitos imaginando o que se passou ali durante séculos é inevitável. Seu porto já foi o maior de todos. O intercâmbio comercial e cultural era intenso. Uma cidade que esteve entre as mais prósperas da Terra.
Isso tudo fica evidente na arquitetura delicadamente anárquica, formada majoritariamente por prédios de poucos andares quase que amontoados uns sobre os outros e nos pequenos jardins bem cuidados. Há influência de muitas partes do mundo – do Oriente vieram as janelas e os arabescos; de Grécia e Roma, estátuas de mármore.
Os habitantes e mercadores de outrora que enchiam a praça São Marco, e que podemos ver nas gravuras e pinturas de L’Accademia, a pérola local, foram substituídos pelos turistas de todos os continentes, que lotam a cidade o ano inteiro.
Mas Veneza continua a ser um polo cultural mundial, recheada de museus de arte clássica, moderna e contemporânea. A igreja São Marco, o Palazzo Ducale, L’Accademia, as coleções Peggy Guggenheim e Pinaut, parte desta última abrigada no prédio recém-reformado pelo arquiteto japonês Tadao Ando. Sem falar nas igrejas e demais atrativos da cidade, como a feira de alimentos, a ponte do Rialto, os empórios de alimentos. Enfim, uma cidade para voltar muitas vezes ao longo da vida.
Veneza em outras
palavras Além de Joseph Brodsky, dezenas de outros poetas e prosadores transportaram seu fascínio por Veneza para as páginas de seus livros. É o caso do clássico As Pedras de Veneza, do crítico britânico John Ruskin, além da obra-prima da prosadora americana Mary McCarthy, Venice Observed (“Veneza observada”, sem edição no Brasil).|
slideshow-veneza-03.jpg|“Aqui não importa o que você planeja quando sai de casa, você sempre está sujeito a se perder nesses longos e serpenteantes becos e galerias.”A arte, em Veneza, está em praticamente todos os lugares. Herança do rico e poderoso passado comercial da cidade.
A beleza anárquica
Primeiro foi o sol escaldante, em seguida a paisagem que arrebata o tempo inteiro. Em um instante, todas as aulas de história da arte sobre a escola veneziana de pintura se esclarecem da forma mais elucidativa possível. A luz reflete na água e se junta à maresia, produzindo uma atmosfera luminosa intensa e difusa. Andar pelos canais estreitos imaginando o que se passou ali durante séculos é inevitável. Seu porto já foi o maior de todos. O intercâmbio comercial e cultural era intenso. Uma cidade que esteve entre as mais prósperas da Terra.
Isso tudo fica evidente na arquitetura delicadamente anárquica, formada majoritariamente por prédios de poucos andares quase que amontoados uns sobre os outros e nos pequenos jardins bem cuidados. Há influência de muitas partes do mundo – do Oriente vieram as janelas e os arabescos; de Grécia e Roma, estátuas de mármore.
Os habitantes e mercadores de outrora que enchiam a praça São Marco, e que podemos ver nas gravuras e pinturas de L’Accademia, a pérola local, foram substituídos pelos turistas de todos os continentes, que lotam a cidade o ano inteiro.
Mas Veneza continua a ser um polo cultural mundial, recheada de museus de arte clássica, moderna e contemporânea. A igreja São Marco, o Palazzo Ducale, L’Accademia, as coleções Peggy Guggenheim e Pinaut, parte desta última abrigada no prédio recém-reformado pelo arquiteto japonês Tadao Ando. Sem falar nas igrejas e demais atrativos da cidade, como a feira de alimentos, a ponte do Rialto, os empórios de alimentos. Enfim, uma cidade para voltar muitas vezes ao longo da vida.
Veneza em outras
palavras Além de Joseph Brodsky, dezenas de outros poetas e prosadores transportaram seu fascínio por Veneza para as páginas de seus livros. É o caso do clássico As Pedras de Veneza, do crítico britânico John Ruskin, além da obra-prima da prosadora americana Mary McCarthy, Venice Observed (“Veneza observada”, sem edição no Brasil).|
slideshow-veneza-04.jpg|A beleza anárquica
Primeiro foi o sol escaldante, em seguida a paisagem que arrebata o tempo inteiro. Em um instante, todas as aulas de história da arte sobre a escola veneziana de pintura se esclarecem da forma mais elucidativa possível. A luz reflete na água e se junta à maresia, produzindo uma atmosfera luminosa intensa e difusa. Andar pelos canais estreitos imaginando o que se passou ali durante séculos é inevitável. Seu porto já foi o maior de todos. O intercâmbio comercial e cultural era intenso. Uma cidade que esteve entre as mais prósperas da Terra.
Isso tudo fica evidente na arquitetura delicadamente anárquica, formada majoritariamente por prédios de poucos andares quase que amontoados uns sobre os outros e nos pequenos jardins bem cuidados. Há influência de muitas partes do mundo – do Oriente vieram as janelas e os arabescos; de Grécia e Roma, estátuas de mármore.
Os habitantes e mercadores de outrora que enchiam a praça São Marco, e que podemos ver nas gravuras e pinturas de L’Accademia, a pérola local, foram substituídos pelos turistas de todos os continentes, que lotam a cidade o ano inteiro.
Mas Veneza continua a ser um polo cultural mundial, recheada de museus de arte clássica, moderna e contemporânea. A igreja São Marco, o Palazzo Ducale, L’Accademia, as coleções Peggy Guggenheim e Pinaut, parte desta última abrigada no prédio recém-reformado pelo arquiteto japonês Tadao Ando. Sem falar nas igrejas e demais atrativos da cidade, como a feira de alimentos, a ponte do Rialto, os empórios de alimentos. Enfim, uma cidade para voltar muitas vezes ao longo da vida.
Veneza em outras
palavras Além de Joseph Brodsky, dezenas de outros poetas e prosadores transportaram seu fascínio por Veneza para as páginas de seus livros. É o caso do clássico As Pedras de Veneza, do crítico britânico John Ruskin, além da obra-prima da prosadora americana Mary McCarthy, Venice Observed (“Veneza observada”, sem edição no Brasil).|
slideshow-veneza-05.jpg|“Em geral, sempre fui apaixonado pelo conteúdo da cidade comum de tijolo quanto pela cidade de mármore, única.”Uma imagem inusitada: um bloco de prédios e casas, e não apenas os canais que aparecem nos guias de viagem.
A beleza anárquica
Primeiro foi o sol escaldante, em seguida a paisagem que arrebata o tempo inteiro. Em um instante, todas as aulas de história da arte sobre a escola veneziana de pintura se esclarecem da forma mais elucidativa possível. A luz reflete na água e se junta à maresia, produzindo uma atmosfera luminosa intensa e difusa. Andar pelos canais estreitos imaginando o que se passou ali durante séculos é inevitável. Seu porto já foi o maior de todos. O intercâmbio comercial e cultural era intenso. Uma cidade que esteve entre as mais prósperas da Terra.
Isso tudo fica evidente na arquitetura delicadamente anárquica, formada majoritariamente por prédios de poucos andares quase que amontoados uns sobre os outros e nos pequenos jardins bem cuidados. Há influência de muitas partes do mundo – do Oriente vieram as janelas e os arabescos; de Grécia e Roma, estátuas de mármore.
Os habitantes e mercadores de outrora que enchiam a praça São Marco, e que podemos ver nas gravuras e pinturas de L’Accademia, a pérola local, foram substituídos pelos turistas de todos os continentes, que lotam a cidade o ano inteiro.
Mas Veneza continua a ser um polo cultural mundial, recheada de museus de arte clássica, moderna e contemporânea. A igreja São Marco, o Palazzo Ducale, L’Accademia, as coleções Peggy Guggenheim e Pinaut, parte desta última abrigada no prédio recém-reformado pelo arquiteto japonês Tadao Ando. Sem falar nas igrejas e demais atrativos da cidade, como a feira de alimentos, a ponte do Rialto, os empórios de alimentos. Enfim, uma cidade para voltar muitas vezes ao longo da vida.
Veneza em outras
palavras Além de Joseph Brodsky, dezenas de outros poetas e prosadores transportaram seu fascínio por Veneza para as páginas de seus livros. É o caso do clássico As Pedras de Veneza, do crítico britânico John Ruskin, além da obra-prima da prosadora americana Mary McCarthy, Venice Observed (“Veneza observada”, sem edição no Brasil).|
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